18/11/2011

Alunos de Pernambuco criam Museu da Mandioca

Mandioca, macaxeira e aipim. Esses são alguns dos nomes de uma das raízes mais consumidas no Brasil. Ela pode ser utilizada de várias formas: cozida, frita e como farinha. Outro produto derivado da planta é a farinha de tapioca ou polvilho, feito com o amido fino proveniente da decantação do caldo prensado da massa da mandioca.

Para homenagear a raiz, os alunos da pós-graduação em Gestão de Gastronomia da Faculdade Senac Pernambuco estão preparando, sob a orientação do professor Carlos Ribeiro, proprietário do restaurante Na Cozinha, em São Paulo, o acervo que irá compor o Museu da Mandioca. A expectativa é que o museu virtual seja lançado em março.

No dia 11 de novembro, os estudantes prepararam pratos à base da raiz, que foram fotografados e filmados. Foram convidados para gravar depoimentos sobre a mandioca Joca Pontes (restaurante Ponte Nova), César Santos (restaurante Oficina do Sabor), Duca Lapenda (Pomodoro Café), além das jornalistas de gastronomia Flávia de Gusmão (Jornal do Commercio) e Cristina Couto (Folha de São Paulo e revista Wine Style, além de autora do livro Arte de cozinhar – Alimentação e dietética em Portugal e no Brasil (séculos 17-19)).

No mesmo dia, Cristina realizou palestra sobre a História da Gastronomia para os alunos da Faculdade Senac/PE e convidados. No dia seguinte, os estudantes viajaram para a cidade de São Vicente Férrer, para conhecer a produção de farinha na Fazenda Estreito.

Acesse o site do Senac em Pernambuco

 

 


© 2007 Senac br. Todos os direitos reservados.