Conferências em Salvador à base de farinha
A farinha de mandioca, tão consumida pelos brasileiros - em
especial pelos nordestinos - tem uma versatilidade que ainda é
desconhecida por muitas pessoas. Esse alimento foi o tema do 6º
Seminário do Museu da Gastronomia Baiana do Senac, ocorrido no dia
21 de agosto no auditório do Sesc-Senac Pelourinho, em
Salvador.
A diretora do Senac na Bahia, Marina Almeida, e o curador do
evento, o antropólogo Raul Lody, recepcionaram os participantes,
que lotaram o espaço para assistir às conferências
programadas.
Os professores Joselito da Silva Motta, Odilon Castro e Asdrubal
Vieira Senra abriram os trabalhos. A pesquisadora Janice Izabel
Druzian e os responsáveis pela implantação do slow food no Brasil,
Fernanda Cabrini e Marcelo Terça-Nada, deram uma verdadeira aula
sobre as propriedades da farinha de mandioca, a tradição na sua
fabricação, seu papel nos hábitos gastronômicos brasileiros e seus
benefícios para a saúde alimentar e para a indústria.

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